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Eu tinha só 10 anos em 2001 e até hoje vejo como esse acontecimento me marcou. Estava vendo TV na minha vizinha da época, a Antonia Yumi, e lembro que fiquei tão espantado com tudo aquilo que tive uma ação imediata e só consegui escrever para relatar tudo o que presenciei diante da TV. De alguma forma precisei colocar no papel aquela sensação.

Lembro que falei sobre as vítimas, sobre o medo e sobre o porquê da maldade das pessoas. Claro que não discuti a razão da Al Qaeda ter cometido aquelas atrocidades ou então o pânico de terrorismo que viria a se instalar depois daquilo. Era algo muito mais inocente, mais sentimental.

Minha professora da época, a Derci, até leu o texto e meio que em solidariedade escreveu no verso do papel a mensagem dela para aquilo que o mundo estava vivendo, foi uma troca muito legal. Ali pude aprender um pouco mais de humanidade, era como se o mundo tivesse mostrado a sua face não tão bela.

 

Os anos se passaram, o texto se perdeu no tempo, mas essa sensação de tentar colocar os sentimentos em palavras continua.

Acho que por isso escolhi o Jornalismo.

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